[DC] Batman

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[DC] Batman

Mensagem por Kid Krypton em Sab Maio 21, 2011 4:57 pm

Fonte UHQ:
BATMAN # 96


Editora: Panini Comics - Revista mensal

A vingança do Capuz Vermelho - A mão rubra (Batman & Robin # 4) - Grant Morrison (roteiro), Philip Tan (desenhos), Jonathan Glapion (arte-final) e Pete Pantazis (cores);

A vingança do Capuz vermelho - Escarlate (Batman & Robin # 5) - Grant Morrison (roteiro), Philip Tan (desenhos), Jonathan Glapion (arte-final) e Alex Sinclair (cores);

Leviatã (Streets of Gotham # 5) - Chris Yost (roteiro), Dustin Nguyen (desenhos), Derek Fridolfs (arte-final) e John Kalisz (cores).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Novembro de 2010




Sinopse

Batman & Robin - Uma dupla de vigilantes com medidas radicais passa a agir em Gotham City: Capuz Vermelho e Escarlate.

Leviatã - Caçadora tenta capturar o Morcego-Humano. E, no passado, o padre Mark se habitua a Gotham City.

Positivo/Negativo

Batman volta a contar em seu mix com a aclamada Batman & Robin, escrita pelo roteirista Grant Morrison. E o escritor escocês retorna em dose dupla.

E há mesmo razão para que essa série desperte tanto interesse. Morrison conduz um roteiro que é, ao mesmo tempo, de ação e experimentação. Por um lado, muita luta, perseguição e tramas (com subtramas) que se amarram e se soltam, como uma boa revista de super-herói deve ser.

Por outro, personagens estranhos como Oberon Sexton, Flamingo e Escarlate, e uma estrutura narrativa ousada, com quadros inusitados, muita violência e simbolismo.

E é aqui que o material apresenta problemas. E a culpa não é de Morrison: a limitação de Philip Tan como desenhista atrapalha demais o entendimento de algumas cenas e não dá nenhuma "graça a mais" para as lutas. Quanta falta faz um Frank Quitely...

Enquanto Morrison cria um roteiro digno de seu renome, a arte de Tan não é boa para fisionomias e expressões ou para movimentos, desvalorizando o material. Desequilíbrio muito parecido com o que acontecia no arco Descanse em paz, escrita pelo autor escocês e desenhado por Tony Daniel.

Já a história seguinte, Leviatã, apresenta um ótimo equilíbrio entre texto e arte. A narrativa que fecha a edição é muito bem escrita, usando um recurso clássico de roteiro de TV e cinema: as tramas paralelas.

É que o escritor da revista, Chris Yost, trabalhou para a TV. O autor tem em seu currículo diversos desenhos animados, como Tartarugas Ninja, Batman, X-Men etc.

Outros recursos típicos de audiovisual podem ser vistos na HQ, como a narração em recordatório (um equivalente aos textos ditos em off) e uma recapitulação da história recente de Gotham City como parte de uma das tramas.

Quanto à arte, Dustin Nguyen e Derek Fridolffs conseguem bons resultados, tendo êxito tanto em uma trama de maior movimentação, quanto em outra de diálogos.

Destaque maior para o trabalho de colorização, que usa cores quentes para a linha narrativa de maior movimento e tons mais pagados para a trama mais estática.

Para a próxima edição, sem doses duplas. O mix vai trazer, além da continuação das tramas desta edição, o Batman escrito e desenhado por Tony Daniel.


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Re: [DC] Batman

Mensagem por Kid Krypton em Sab Maio 28, 2011 6:50 pm

Fonte UHQ:
BATMAN # 97


Editora: Panini Comics - Revista mensal

Vida após a morte - O despertar (Batman # 692) - Tony Daniel (roteiro e desenhos), Sandu Florea (arte-final) e Ian Hannin (cores);

Leviatã (Streets of Gotham # 6) - Chris Yost (roteiro), Dustin Nguyen (desenhos), Derek Fridolfs (arte-final) e John Kalisz (cores);

A vingança do Capuz vermelho - A chegada do Flamingo (Batman & Robin # 6) - Grant Morrison (roteiro), Philip Tan (desenhos), Jonathan Glapion (arte-final) e Alex Sinclair (cores).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Dezembro de 2010




Sinopse

Batman - Faces Falsas, integrantes da quadrilha do Máscara Negra, aparecem mortos misteriosamente. E o Máscara Negra se cerca de aliados.

Leviatã - Batman e Robin procuram pela Caçadora e pelo Morcego Humano, mas eles estão na mira de um padre. Conclusão da história iniciada na edição anterior.

A chegada do Flamingo - A dupla dinâmica terá de lidar com o perigoso assassino profissional conhecido como Flamingo.

Positivo/Negativo

Neste mês, o leitor abre com algum receio a sua Batman, pois logo primeira história do mix é do fraco desenhista Tony Daniel. Com uma agravante: além do lápis, ele também é responsável pelo roteiro.

Mas isso é vencido em uma decente primeira página, que mal lembra o trabalho habitual de Daniel. A dupla seguinte é ainda melhor. Alguns leitores incrédulos podem até se sentir tentados a conferir de quem é a arte nos créditos. As páginas 4 e 5 ainda trazem algum refresco visual, embora já comecem a apontar para o traço habitual do artista.

Na seguinte, não há mais dúvidas: você está com a duvidosa arte de Daniel nas mãos e as páginas iniciais eram um caso à parte. Os rostos inexpressivos e iguais, a falta de proporção, os problemas de anatomia, está tudo ali. E o artista entrega exatamente isso até o final da aventura.

Quanto ao roteiro, é quase covardia comparar o criador de Tenth com Chris Yost e Grant Morrison. É de se pensar por que a DC Comics larga na mão de um artista tão inexpressivo uma de suas revistas mais importantes.

Daniel usa muito texto não funcional em recordatórios, conduzindo uma trama mediana, que ainda pode render algo, e só.

A segunda história da revista está nas mãos da equipe de criadores mais completa da edição. Chris Yost resolve bem a trama iniciada no mês anterior, com uma reviravolta no desfecho que ameaça forçar a mão, mas, no fim das contas, não há do que reclamar.

Tampouco é possível chiar dos recordatórios, aqui usados em boa medida. O lápis de Dustin Nguyen com a tinta de Derek Fridolfs dão o clima certo à trama. Destaque também para as cores de John Kalisz.

Cores que, aliás, estão muito bacanas em Batman & Robin, graças ao trabalho de Alex Sinclair. Mas não há dúvidas: o destaque é a trama insana de Grant Morrison.

Vilões que parecem saídos de um circo dos pesadelos, amarrados a uma noção de divulgação global via internet. Tudo isso, enquanto o leitor acompanha Dick Grayson em busca de se firmar como Batman.

Porém, no momento em que Dick parecia caber melhor no capuz, Jason Todd o coloca em dúvida sobre seus méritos para ser Batman e esse é o gancho para a próxima história.

Todos os artifícios textuais do escritor escocês vêm embalados na fraca arte de Philip Tan, que se não é lá muito bonita, ao menos não é confusa e permite que o leitor compreenda a trama - o que é um avanço em relação ao seu próprio trabalho na edição passada.

Se a Panini trocasse o Batman de Tony Daniel deste mix, pela Batwoman de A sombra de Batman, o leitor teria a melhor revista mensal de super-heróis nas mãos.


Concordo com Lielson Zeni, o roteiro de Tony Daniel é muito fraco, Grant Morrison salva a edição.

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Re: [DC] Batman

Mensagem por Kid Krypton em Qui Jun 23, 2011 11:50 am

Fonte UHQ:
BATMAN # 98


Editora: Panini Comics - Revista mensal

Vida após a morte - Charadas (Batman # 693) - Tony Daniel (roteiro e desenhos), Sandu Florea (arte-final) e Ian Hannin (cores);

Cavaleiro da escuridão - Perolado e o poço (Batman & Robin # 7) - Grant Morrison (roteiro), Cameron Stewart (arte) e Alex Sinclair (cores);

Cavaleiro da escuridão - Batman Vs. Batman (Batman & Robin # Cool - Grant Morrison (roteiro), Cameron Stewart (arte) e Tony Aviña (cores).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Janeiro de 2011




Sinopse

Vida após a morte - Batman e a Caçadora terão de agir sem os uniformes. Enquanto o plano do Máscara Negra contra a família Falcone continua a se montar.

Cavaleiro da escuridão - Com Robin em recuperação depois do confronto com o Flamingo, Batman pede a ajuda de Cavaleiro e Escudeira para encontrar um poço de Lázaro em Londres.

Positivo/Negativo

Tony Daniel começa a mostrar pra onde vai a sua história do Homem-Morcego. Ele recupera conceitos importantes dentro da cronologia do Batman, como a família mafiosa Falcone, a Sociedade da Face Falsa, comandada pelo Máscara Negra, o envolvimento amoroso de Barbara Gordon e Dick Grayson e outros.

O plano de Daniel para o personagem é inteligente. E seus roteiros medianos conseguem garantir o mínimo pisando em terreno tão firme. Claro, a trama já aponta para algumas opções questionáveis - sobretudo a que envolve o Charada. E se o argumento, ainda que balance, se segura; o mesmo não se pode dizer da arte.

Talvez a maior deficiência do desenhista Tony Daniel seja a inexpressividade dos personagens e a individualidade - todos os homens são Bruce Wayne. Mesmo não sendo grande coisa, a aventura "desperta o apetite" do leitor para o prato principal, que vem a seguir - e em dose dupla.

Quem acompanhou a longa fase de Grant Morrison escrevendo Batman - que culminou em Descanse em paz - vai estranhar Batman & Robin.

Nessa série há muito menos ligações com a Era de Prata e, portanto, menor necessidade de procurar quem são os personagens resgatados do limbo da DC Comics. Porém, se exige menos pesquisa, Batman & Robin pede mais suspensão do real e atenção.

Não que um homem vestido de pijama preto com capa e orelhas de morcego não exija suspensão da descrença, mas personagens bizarros como Flamingo, (edição anterior) ou Rei Carvão e Rei Perolado do Crime, pedem um pouco mais do leitor.

É como se Grant Morrison estivesse levando o trapezista Grayson voador a enfrentar um circo estranho e mortal.

E a atenção que se exige é pelo ritmo alucinado proposto pelo roteiro de Morrison e brilhantemente executado pela arte de Cameron Stewart. Tudo acontece rápido demais, e por essa velocidade, alguns detalhes podem passar despercebidos ao leitor.

A arte de Stewart é eficiente, bem diagramada e bonita. É deprimente pensar no trabalho de Philip Tan, da edição anterior, comparado com a arte desta edição e com Frank Quitely.

Ao final da edição, um gancho daqueles. Mês que vem, a conclusão e mais um pouco do Batman de Tony Daniel.


Esta edição finalmente explica o final da Crise Final 6. Este é o melhor arco da revista Batman e Robin até agora. bounce

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Re: [DC] Batman

Mensagem por Kid Krypton em Seg Jul 11, 2011 9:19 pm

Fonte UHQ:
BATMAN # 99


Editora: Panini Comics - Revista mensal

Ossos quebrados (Batman # 694) - Tony Daniel (roteiro e desenhos), Sandu Florea (arte-final) e Ian Hannin (cores);

Fumaça e espelhos (Batman # 695) - Tony Daniel (roteiro e desenhos), Sandu Florea e Norm Hapmund (arte-final) e Ian Hannin (cores);

Quebrado (Batman & Robin # 9) - Grant Morrison (roteiro), Cameron Stewart (arte) e Tony Aviña (cores).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Fevereiro de 2011




Sinopse

Ossos quebrados - O Pinguim enfrenta o Máscara Negra e Batman está no meio do conflito.

Fumaça e espelhos - Batman enfrenta o Ceifador.

Quebrado - A Batwoman morreu. Batman, Cavaleiro e Escudeira estão soterrados em Londres. E o clone do Morcego ressuscitado quer matar Robin e Alfred.

Positivo/Negativo

Finalmente a revista do Cavaleiro das Trevas vai chegar à edição centenária. E é logo depois desta. Mas não há tantos motivos assim a se comemorar.

Claro, edições centenárias marcam a longevidade de um título, bem como o interesse do público. Situações que nem sempre se relacionam com qualidade.

A revista abre com duas histórias escritas e desenhadas por Tony Daniel. Se ele não é o pior dos roteiristas, dista quilômetros dos melhores. Suas tramas são bastante requentadas, com várias situações clichê.

Daniel mexe com elementos clássicos do Bat-Universo, como o Asilo Arkham, a Sociedade da Face Falsa, o Pinguim, a relação Batman-Gordon. Chega até a trazer de volta o Charada vilão, o que é uma pena, pois Edward Nigma estava se saindo muito bem como detetive particular mau caráter.

Apesar de tudo isso, o leitor encontra ainda mais problemas no traço. Daniel é péssimo em fisionomias e todos os homens são versões da mesma pessoa. A impressão é que Gotham City é povoada por diversos Dick Grayson - que são iguais ao Bruce Wayne.

Porém, é preciso ressaltar que a arte aqui é muito superior ao trabalho de Daniel em Batman - Descanse em paz. As grades de página são mais interessantes, há momentos bem feitos - como as páginas finais de Fumaça e espelhos.

Fecha a edição a conclusão do terceiro arco de Grant Morrison frente à revista Batman & Robin. É reforçada a importância de Bruce Wayne como Batman, sem desmerecer Dick Grayson sob o manto.

Cameron Stewart é um artista muito competente, mas nesta edição escorregou em um detalhe simples: o comprimento do cabelo da Batwoman varia a cada quadro.

E as cores de Tony Aviña também estão um pouco pesadas demais, deixando tudo sem luz.

Detalhes que não atrapalham o ritmo ou a qualidade da melhor história da revista. Basta o leitor dar uma olhada na página 69, para ver a ótima coreografia de luta e movimento dos personagens criados pela equipe de arte.

Mês que vem, a centésima edição. Que traga de brinde um pouco mais.


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Re: [DC] Batman

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